quinta-feira, 7 de março de 2019

Você não está só!

março 07, 2019 0 Comments

Salmos 121
Esse salmo veio como presente de Deus ao meu coração, em um momento em que eu estava passando por desafios na família, bem no início da minha caminhada com a fé. 
Não dá pra explicar a certeza que tenho de ter sido Deus que escolheu essa passagem pra me falar, pois as coisa espirituais não se explica, se sente, vive.
Funcionou como refrigério em minha alma e funcionará pra você também.
Não pense que você está só. Porque Deus é contigo sempre, até quando você não enxergar nada Dele no momento ou na circunstancia, ainda sim Ele estará ao seu lado e solucionará todos os teus problemas. Creia!




Se você também já teve alguma experiência desse tipo, compartilha aqui nos comentários. Com certeza vai me edifique também. Vou adorar ver!

quarta-feira, 6 de março de 2019

When Calls the Heart (Quando chama o coração)

março 06, 2019 0 Comments
Oi gente! Tudo bem com vocês? Espero que sim!

É um prazer está aqui escrevendo pra vocês essa resenha sobre uma das melhores séries que já assisti, dentre tantas. (rs) Até porque, eu amo conteúdos românticos. Acho-me uma romântica à moda antiga. Será? 😊




Bem, a série de hoje será When Calls the Heart (Quando chama o coração), que está na Netflix. É uma série de televisão americana-canadense desenvolvida por Michael Landon Jr. e inspirada no livro homônimo e primeiro da série "Canadian West" de Janette Oke. Esses da imagem abaixo.


O filme piloto dá início a série. (imagem abaixo)



Contem o total de 6 temporadas. Cada episódio possui 43 minutos aproximadamente. Que se passa rapidinho sem você perceber. Pois a trama ao mesmo tempo em que leve é bastante envolvente. No momento, a Netflix disponibiliza até a 5ª temporada que entrou este ano de 2019. (Já estou ansiosa pela 6ª, porém triste, porque vai acabar.)

Eles mantêm páginas nas mídias sociais para os seus seguidores acompanharem todas as novidades de pertinho. Caso você assista e queira participar, vou deixar o link do facebook abaixo.


Enredo

A história se passa no início do século 20. Inicia com a jovem Elizabeth Thatcher, atendendo o chamado do seu coração para ser professora em uma cidadezinha no Oeste do Canadá, Coal Valley. De início a família dela é totalmente contra, pois acha que ela como uma moça da alta sociedade e que tem tantas ótimas oportunidades, não deve se submeter a esse tipo de serviço, cansativo e sem prestígio. Mas, ela atende o seu chamado e enfrenta todas as dificuldades.


As famílias de Coal Valley também estavam enfrentando uma tragédia. Dessa forma, ela como professora ajudou a cidade a se reerguer fazendo o que mais ama, que é lecionar.


A série toda, fala de superação, fé em dias melhores, de acreditar no melhor das pessoas e que é ajudando uns aos outros que se consegue ir além e ser feliz. Com isso, a cidade vai ganhando força, charme e se tornando um lugar lindo, agradável onde todos os que passam por lá querem ficar. Logo, a Elizabeth encontra seu grande amor, o lindo, charmoso oficial da cidade, Jack Thornton.
Mas, a série, não é só romance não! Também tem humor e aventura.



Minhas considerações

Gente, eu amo filmes, séries de época e romance. Então, super apaixonei por ela. Principalmente por tratar de valores, delicadeza, beleza e de assuntos sobre relacionamentos positivos em comunidade.
Veio de encontro a mim quando justamente estava querendo algo como ela é, leve, romântica e envolvente. De pessoas com estilos de vida simples, modestas, que gerenciam conflitos de maneira empática. Em uma cidade calma, tranquila aconchegante e colorida de flores que eu sonho em morar um dia. A! Se tivesse Coll vell aqui no meu Ceará. Iria morar lá, com certeza.
Não posso falar muito, senão vou contar todos os detalhes da história e acabar a graça de assistir. Enfim, vale muito a pena ver When Calls the Heart (Quando chama o coração). Super-recomendo para aquelas que como eu gostam desse estilo. E às que ainda não experimentaram esse gênero, as encorajo, viu! (rs)




E aí pessoal, já assistiram? O que acharam? Me contem aqui nos comentários, eh!!
Se tiverem dúvidas, só falarem.
Beijos, até a próxima!

terça-feira, 5 de março de 2019

Primeiro filme da marvel com uma mulher protagonista estreia neste fim de semana. Confira a crítica:

março 05, 2019 0 Comments

Num primeiro momento pode-se pensar que as duas personagens entregam a mesma mensagem, mas as semelhanças entre Mulher-Maravilha e Capitã Marvel se limitam ao fato de que ambas são as primeiras heroínas abordadas nos universos cinematográficos DC e Marvel. Se o filme protagonizado por Gal Gadot abraça o heroísmo fantástico para contar a origem da princesa de Themyscira, o segundo procura contar suas raízes de forma bem mais humana e ligada a uma representatividade que vem de dentro. O foco em simplesmente dar voz às mulheres não só é válido como também funciona duplamente, mas o resultado de tais forças é bem singular.

Em Capitã Marvel, nossa protagonista encontra forças sendo Carol Danvers - e não o contrário, com Carol se espelhando na ideia da heroína perfeita. O filme trabalha bem a abordagem de que uma metade completa a outra, mesmo que vejamos todo seu crescimento e entendimento interno fora de uma ordem cronológica - como se essa "bagunça" temporal fosse necessária para seguir sem alguns questionamentos que vão e vem no futuro. De certa forma, tal confusão é importante tanto para Carol saber quem é quanto para nós entendermos o que se passa. O que antes parecia ser um buraco negro de incertezas transforma-se em uma camada mais clara de informações que, apesar de não estarem enfileiradas, se encaixam.



Começando na metade de sua jornada, com Carol atendendo pelo nome Vers, um ser da raça kree, a história ganha grandes proporções ao utilizar como cerne a inevitável soltura de amarras que a heroína já demonstra ter no início - mesmo com dificuldades relacionadas à memória e sua vida antes de treinamentos e lutas. Os limites que seus superiores impõem à sua personalidade e poderes são a base de todo o questionamento que começa a transparecer na protagonista, especialmente quando ela vem à Terra após uma missão no espaço dar errado.

É inegável que Brie Larson traz uma densidade a sua personagem que é fácil absorver, mas só após certo tempo em tela. Sua seriedade na pele de Carol Danvers vai ganhando cada vez mais sentido ao passo que vai compreendendo seu papel no universo e na Terra, e assim é possível sentir empatia por alguém que já foi pilota, amiga e protetora antes de se tornar uma poderosa guerreira intergalática. É curioso notar que o maior nível de grandiosidade de sua personagem é encontrado justamente no local em que começou como humana: em nosso planeta, com pessoas comuns e lembranças de uma vida normal. Carol sempre teve o instinto de justiça, mas seu espírito amoroso ganha traços emocionantes ao lado da amiga Maria Rambeau, com quem viveu por muitos anos antes de seu acidente e posteriormente é o único elo entre seu presente e passado.



Por ser um filme que se passa ora no espaço, ora em terra firme, a originalidade da ambientação logicamente precisava ser forte. Capitã Marvel não entrega um show de referências do MCU, mas é um deleite para fãs de música e das décadas de 80 e 90. Desde o figurino utilizado por Carol (a blusa da banda Nine Inch Nails traduz bem o movimento da época, assim como citações ao grunge) até os locais apresentados (seja a icônica Blockbuster, a profissão como pilota, que remete a filmes como Top Gun, ou o bar que tanto visitou), o longa consegue transmitir parte da essência da época transcorrida, ainda mais por ter forte importância na linha do tempo dos filmes da Marvel como um todo. As referências são mais contidas, mas as selecionadas já têm ótimas e empolgantes justificativas.

Nick Fury (Samuel L. Jackson) representa toda a relevância citada junto de Agente Coulson (Clark Gregg) e não só participa dos alívios cômicos do roteiro como também se faz necessário na jornada de aprendizado da protagonista. Da mesma forma está Goose, a gata (cujo nome é uma clara alusão ao personagem de Top Gun), que exerce o mesmo papel - mas a níveis elevados por ser um animal carinhoso e atento a tudo que acontece à sua volta. Juntos de Jude Law, Lashana Lynch e Ben Mendelsohn (excelente e com ótima maquiagem), estes personagens formam um poderoso elenco que transita entre a entrega de boas atuações e valorosos pontos de discussão.


Capitã Marvel, além de elaborar uma história de origem sem seguir completamente o padrão já consagrado pela Marvel (visto em Homem de Ferro, Thor e Capitão América: O Primeiro Vingador), prioriza mais o que é interno do que propriamente a criação de imagens impactantes - não que elas não estejam lá, mas elas aparecem de forma mais contida. Não vemos longas batalhas (apesar de todas serem bem executadas e coreografadas) pois o foco não é esse. A discussão que o filme traz vai além, pois Carol não busca guerra, mas a paz que sempre lhe foi pertencente. No meio disso tudo, o roteiro encaixa um subtexto político ao fazer referência à crise dos refugiados e fugir de discursos rasos onde supostas verdades sobre o bem e o mal são entregues de bandeja, um padrão de dialogar com questões sociais muito utilizado nas HQs e presente também nas adaptações para cinema de X-Men e Pantera Negra. O enredo se apropria de um twist narrativo um tanto já utilizado, mas a mensagem sobre a relação entre opressor e oprimido é muito bem aproveitada.

Capitã Marvel mostra que ser humano pode se tornar sua maior força e companhia - até mesmo quando falamos de super-heróis capazes de mudar o rumo da história (como possivelmente veremos Danvers agir com relação a Thanos em Vingadores: Ultimato). Ao falar de memórias e antigos traços, o fato é que o filme se torna muito mais poderoso quando tiramos o traje vermelho e azul de vista e focamos apenas na essência da protagonista, cuja segurança vem do local mais difícil de achar, porém o mais óbvio quando finalmente é compreendido: da certeza em saber quem você foi para atestar quem você é. Quem Carol será no futuro? Veremos em breve, como uma das cenas pós-créditos já adianta. A única coisa que fica tão clara como um faixo de luz é que ela já está pronta para prosseguir com sua carga de poder em potência máxima.


Capitã Marvel
Uma heroína à procura de sua humanidade
por Barbara Demerov


segunda-feira, 4 de março de 2019

Praia do Porto Santo – 7 maravilhas das praias de Portugal

março 04, 2019 0 Comments

Uma praia de 9 quilômetros, com um extenso e contínuo areal de areias finas e douradas fazem da popularmente apelidada "Ilha Dourada" a sua imagem de marca e o seu grande ícone.

Com as suas águas cálidas e cristalinas, de um azul-turquesa irreproduzível, esta praia constitui um legado único no nosso país, tendo sido eleita a "Melhor Praia de Dunas” no âmbito do concurso “7 Maravilhas – Praias de Portugal”.

A razão prende-se com a composição das areias da praia do Porto Santo, que são constituídas por micro-fósseis e pequenos fragmentos de algas calcárias, conchas de moluscos e outros restos fossilizados de organismos marinhos.
Fonte: Madeira Islands

Estes elementos têm origem num passado com cerca de 30 mil anos de história e que chegou até aos nossos dias com as mesmas qualidades e atributos terapêuticos e medicinais, que se devem às propriedades físicas, químicas e térmicas das suas areias carbonatadas biogénicas, fundamentais para o tratamento de doenças do foro ortopédico e reumático, entre outras enfermidades.

Descubra na ilha do Porto Santo um santo descanso, rodeado de bem-estar, tirando partido de uma praia perfeita e deixando-se embalar ao som das ondas do mar, combatendo assim todas as maleitas da vida moderna.

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